30.5.14


Ontem fui a rezar todo o caminho até à escola do meu filho. 16km a falar sozinha de uma pessoa má, ruim, falsa, hipócrita, cínica, invejosa, intriguista e tudo o mais que possam imaginar. Eu trabalho com essa pessoa há 8 anos. Já conheço a cobra peçonhenta que é. A minha sorte, e ainda ontem comentei aqui com o estagiário, é que o nosso diretor não é como ele. Se fosse, eu já não trabalhava aqui. Garanto-vos. Ontem rimo-nos da parvoíce dele. Não dissemos nada, mas perante as palavras invejosas dessa pessoa tivemos exactamente a mesma reacção. Isto tudo por causa daquele problema que eu e o estagiário conseguimos resolver. Há 8 anos que tento encontrar a solução e quando está encontrada só vejo dor de cotovelo.
Aos olhos do nosso patrão "principal" é um operador exemplar. Eu não quero protagonismo. Quero sim que a empresa se livre deste problema, e que continue a subir nos degraus desta área. Como dizia a minha avó: prefiro que tenham inveja de mim, do que pena. Portanto: dever cumprido. É a empresa que fica a ganhar no meio disto tudo. E isto, para mim, é o que me importa.

Bom fim de semana. ☼ :)

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Logo terei o trabalho árduo de ajudar o meu filho a decorar uma abóbora. Help.