7.1.14

As coisas, às vezes, chegam ao coração de mansinho. Aquela saudade, aquela vontade de falar, de recuperar o tempo perdido. Pensa-se no assunto uma, duas, três vezes e faz-se planos para avançar, deixar o orgulho de lado. E, de repente, torna-se tudo em água de tempestade porque um passarinho verde - ou chamemos-lhe intuição, sei lá - mostra-nos que a vontade é só nossa. Que do outro lado não existe mais nada. É um misto de revolta e até agradeço por ter visto e lido o que li, antes de fazer asneira. Não sei explicar mas sinto-me triste com isso. Virar a página. Mais uma vez. Porra, não tenho sorte nenhuma!

Olá pessoas. Bem dispostinhas? Por aqui está tudo bem. O meu filho foi dos melhores alunos da turma (ele e outra menina tiveram as mesmas notas) e eu aqui babada pelo meu pequeno homem, que já vai a caminho dos 7 anos. Isto sim, é que me anima, me põe de sorriso na orelha. O meu homem grande, continua a ser o meu grande amor, aquele que atura as minhas neuras, e carneira não é fácil de aturar.
Bem, a ver se isto não fica às moscas outra vez.
Sejam felizes e até já!

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Logo terei o trabalho árduo de ajudar o meu filho a decorar uma abóbora. Help.